P U B L I C I D A D E

14 de fevereiro de 2018

In memoriam de João Batista Alexandre



“… Sobre a morte não sabemos o que dizer nem o que pensar…”
José Tolentino de Mendonça
Bom esposo, pai extremoso, amigo do seu amigo. Homem honesto que dedicou toda a sua vida a uma das mais nobres profissões, a de lavrador. Notava-se há uns tempos a esta parte – apesar da sua vontade de lutar contra ela – que estava a perder a batalha contra a doença que o estava a minar. Estou-me a lembrar daquela cantiga que o João Batista tanto gostava de cantar em momentos festivos, a que a cada letra do alfabeto fazia corresponder uma pequena frase. Vou nomear apenas a letra “s” para dizer saudade. Esse sentimento que vamos partilhar devido à tua ausência nas tertúlias de fim de tarde na mesa do fundo do bar da vila ou naquelas outras no piso rebaixado da pastelaria da “Marizé”. Deus tem-te em boa guarda porque enquanto viveste neste conturbado mundo, cuidaste da tua família, araste a terra, lançaste-lhe a semente, colheste os frutos e bem tratastes os animais. © João Calha/NCV

Sem comentários: